Porque em nome da religião se constrói templos enormes, mas não consegue alimentar os pobres? Talvez porque o problema com a religião é que ela nunca chega no centro do problema. Na verdade, ela não pode corrigir os problemas de ninguém, somente mascará-los. Igreja não é museu para pessoas boas, é um hospital para doentes da alma. Jesus e religião estão de lados opostos: Ele é obra de Deus e ela uma invenção do homem.
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A Igreja dos meus sonhos
A igreja dos meus sonhos é formada por pessoas totalmente conscientes do tanto que pecam, o que as torna humildes e sinceras no trato consigo mesmas e com o próximo.
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Nós contra eles?
A Igreja deve representar para os outros, um Corpo que está disposto a aceitar, em vez de condenar, que atrai para um relacionamento, que é por eles, e não contra eles.
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Jesus assumiu o risco de ser esquecido!
Sem a ressureição seria uma tragédia Jesus morrer tão jovem depois de alguns poucos anos de ministério.
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Eu duvido desse "Deus"!
Não tenho dúvida da existência de Deus. Mas duvido dos discursos atuais acerca de Sua existência.
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Um Jesus inconveniente
Quando ignoramos o sofrimento de algum dos nossos, estamos na verdade, acrescentando-lhe mais dor, estamos, sobretudo, os abandonando por medo de sermos inconvenientes.
O dilema dos pescadores
Postado por
Kênia Siqueira
às
08:55
30 de dezembro de 2011
Havia no passado um
grupo que se denominava pescadores e que se organizaram em clube. Em volta
deles havia muitos peixes e os peixes estavam famintos.
Meses após meses,
ano após ano, estes pescadores se reuniam em seu clube para falar sobre o seu
chamado para pescar, para falar sobre a abundância de peixes e os métodos para
a pesca.
Aplicavam gastos em
reuniões, conferências para discutir sobre a pesca, para promover a pesca e
para se envolver na pesca.
Grandes centros de
treinamento foram organizados e cursos foram oferecidos sobre as necessidades
dos peixes, a cultura dos peixes e onde encontrar os peixes. Aqueles que
ensinavam tinham doutorado em pescaria, mas tinham pouca experiência em
pescaria. Eles apenas ensinavam os outros a pescar.
Aqueles que eram enviados
para pescar faziam exatamente como os que o ensinavam: Eles organizavam mais
clubes, analisavam os peixes e discutiam o que era necessário para pegá-los,
porém uma coisa não faziam, eles não pescavam.
Imaginem o
sofrimento deles quando um dia alguém mencionou que aqueles que não pegavam
peixes não podiam se considerar pescadores, pois pela definição, um pescador é
alguém que pega peixes. Alguns começaram a propor trocas e renovação. Muito
cedo, porém, descobriram que a troca de mentalidade e da tradição não são
coisas fáceis de alcançar. Realmente isto é doloroso e absolutamente ameaçador.
Extraído.
Resultado do sorteio
Postado por
Kênia Siqueira
às
11:09
18 de novembro de 2011
Fim do suspense! Ninguém aguenta mais neh!
Meus parabéns para Emmanoel Messias (@Emamanoelm) e Rafael Maillo (MailloRafa).
Para conferir a credibilidade do sorteio, entrem no link:
Muuuuuuito obrigada a todos que participaram, a promoção de 2 anos do blog foi um sucesso!!!
Aos que não ganharam, não fiquem triste, haverá mais oportunidades!
Até a próxima!
Kênia Siqueira
Parabéns #SPPP
Postado por
Kênia Siqueira
às
10:36
8 de novembro de 2011
Olá
cabecinhas pensantes!
Este
humilde blog está prestes a completar 2 anos e eu só tenho a agradecer por todo
o carinho e incentivo recebido no decorrer desse tempo. Foram mais de trinta
mil acessos em mais de dez países, muitos comentários e indicações.
Agradeço
também, e antes de tudo, é claro, a Deus, que me capacita e me inspira através
de cada post – seja de minha autoria ou não. As postagens continuam não sendo
regulares, não têm datas determinadas para surgirem, pois procuro postar aquilo
que realmente seja relevante. E isso às vezes leva muito tempo!
Mas
nesse ano eu pude viver algo incrível, conheci pessoal e não só virtualmente, uma
galera que passam por aqui com frequência. E essa troca de experiências me reanimou,
me revigorou para continuar com o trabalho.
Enfim,
como forma de agradecer minimamente a tudo o que tem acontecido neste [BLOG],
hoje começa a promoção em comemoração aos 2 anos do SPPP.
Vai
funcionar da seguinte maneira: haverá dois sorteios shows de bola!
Sorteio 1.
Livro
“O obstinado amor de Deus” de Brennan
Manning (Mundo Cristão)
Cupcakes
da Donna Cupcake
Sorteio 2.
Cd
da Banda Palavrantiga “Volume 1”
Camiseta
Oxigênio 

PARA PARTICIPAR, basta curtir a nossa página no facebook clicando AQUI e twittar a seguinte frase
no microblog:
"Eu estou participando da promoção
de 2 anos do blog
Se Parar Pra Pensar http://kingo.to/SP4”
A promoção começa hoje e vai até o
dia 18 de novembro.
Participem e boa sorte!
Observação:
*Não serão aceitos perfis do
twitter criados só para sorteio.
NOTAS DE RODAPÉ
Postado por
Kênia Siqueira
às
14:28
3 de novembro de 2011
"As pessoas não ouvirão nossa mensagem nem serão atraídas às nossas igrejas se virem cristãos hipócritas e igrejas que não se preocupam com os problemas do mundo. Nossas obras não são o evangelho, mas podem embelezá-lo e torná-lo mais atraente.
Kevin DeYoung
(Baseado em Tito 2.10)
Reflexão em Um Click
Postado por
Kênia Siqueira
às
14:02
“Quem amar o dinheiro jamais dele se fartará; e quem amar a riqueza nunca se fartará do ganho; também isto é vaidade."
A igreja que matou Jesus
Postado por
Kênia Siqueira
às
14:35
14 de outubro de 2011
A igreja que matou Jesus preferiu conviver com um marginal
e assassino do que com Jesus.
A igreja que matou Jesus também matou os profetas.
A igreja que matou Jesus também matou os profetas.
A igreja que matou Jesus era religiosa.
A igreja que matou Jesus convivia com Ele, mas não o
conhecia.
A igreja que matou Jesus era hipócrita.
A igreja que matou Jesus fazia do templo e da Palavra,
comércio.
A igreja que matou Jesus envolveu-se com a política da
época.
Na igreja que matou Jesus havia podres e sujeiras.
Na igreja que matou Jesus a última palavra era dos
poderosos, os santos sumo sacerdotes.
Na igreja que matou Jesus a comunhão era fingida. O amor, discursivo.
Na igreja que matou Jesus a comunhão era fingida. O amor, discursivo.
Os religiosos da igreja que matou Jesus diziam-se santos,
vestiam-se adequadamente, davam o dízimo, mas estavam prontos a apedrejar um pecador.
A igreja que matou Jesus foi a igreja dos cidadãos da alta
sociedade judaica, mas se assegurou de manter os marginalizados à margem.
A igreja que matou Jesus não frutificava.
Na igreja que matou Jesus havia muita reverência – aos
homens – , mas poucos homens-referência.
Na igreja que matou Jesus vivia-se uma verdade inventada,
dogmática.
Na igreja que matou Jesus a misericórdia tinha preço “$”.
A igreja que matou Jesus cumpria a Lei, mas desconhecia a
Graça.
A igreja que matou Jesus ignorava Sua voz, mas orava em voz
alta.
A igreja que matou Jesus tinha tanta convicção em suas
verdades que o mataram.
A igreja que matou Jesus nem chegou a ser chamada de
Igreja, mas ainda existe.
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